Senador de MT bate boca em rede social após post ironizando renúncia de Jean Wyllys
Em resposta a um internauta, José Medeiros (Podemos-MT) tuitou: “Vagabundo é seu obstetra que
cortou o cordão umbilical ao invés do seu pescoço”.
Por André Souza, G1 MT
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José Medeiros (Podemos-MT) é senador de Mato Grosso — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O senador de Mato Grosso José Medeiros (Podemos-MT) se envolveu em uma discussão com internautas após um post no Twitter ironizando a renúncia de Jean Wyllys, reeleito pela terceira vez para cargo de deputado federal, citando ameaças de morte e difamação.
Ao G1, o senador afirmou que é o autor da mensagem, mas que apenas respondeu o internauta que o insultou.
A discussão no Twitter teve início na sexta-feira (25) depois que o senador publicou uma foto do gramado do Congresso Nacional, com a legenda: “Tem ninguém aqui hoje essas ameaças tão demais”.
Senador postou foto do gramado do Congresso no Twitter — Foto: Reprodução
Em seguida, uma internauta respondeu a publicação chamando o senador de deprimente. Logo depois, Medeiros respondeu a publicação com um gif de um personagem do filme 'Os Pinguins de Madagascar'.
A internauta, então, questiona o senador: “E se fosse você o ameaçado?”.
Já no sábado (26), outro internauta entra na discussão e critica a postura de Medeiros.
Senador discutiu com internautas após publicação de foto no Twitter — Foto: Reprodução
“Isso é um vagabundo! Veja o nível do senador da República, respondendo com um GIF dos Pinguins de Madascagar”, diz o internauta.
Em resposta, o senador tuitou: “Vagabundo é seu obstetra que cortou o cordão umbilical ao invés do seu pescoço”.
Na sexta-feira, Medeiros solicitou ao Ministério Público Federal e à PF uma investigação sobre as denúncias apresentadas por Wyllys, levantando a possibilidade “de venda de mandato”.
Entre as críticas ao senador, os internautas citaram uma acusação contra José Medeiros, que chegou a ter o mandato de senador cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) por suposta fraude na ata da convenção partidária.
Posteriormente, entretanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a decisão e manteve o parlamentar no cargo.
No dia 31 de janeiro, Medeiros deixa o cargo de senador e, em fevereiro, assume cadeira na Câmara Federal.
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